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Defesa de Tese
Defesa pública de tese inédita (para professor titular na UFPB)
MEMÓRIAS VISUAIS FOTOGRÁFICAS NAS HISTÓRIAS DA ANTROPOLOGIA: DERIVAS, RETOMADAS, ABERTURAS E ESQUECIMENTOS
Por João M. B. Mendonça (UFPB), dia 25 de Agosto às 14h (plataforma de vídeoconferência)
Banca examinadora:
Baltazar Macaíba de Sousa – UFPB (presidente)
Cornélia Eckert – UFRGS (externa)
Etienne Samain – Unicamp (externo)
Lisabete Coradini – UFRN (externa)
Cláudia Magni – UFPel (suplente externa)
Maristela Oliveira de Andrade – UFPB (suplente interna)
Resumo da tese:
Trata-se de analisar o lugar das imagens fotográficas nas histórias da antropologia, com o objetivo de desenvolver perspectivas de ensino e pesquisa baseadas em etnografias de arquivos antropológicos. Por meio do exame da formação e da trajetória dos arquivos dos antropólogos Curt Nimuendaju e Roberto Cardoso de Oliveira, entre outros, o trabalho demonstra como as imagens etnográficas são retomadas ou esquecidas ao longo do tempo. Suas derivas revelam possibilidades de abertura a outras formas de conceber o ensino e a pesquisa em antropologia, compreendidos como processos de comunicação intercultural de duração indeterminada.
Imagens e pesquisas na XV Reunião de Antropologia do Mercosul – 2025
Nesta reunião ocorrida em Salvador, de 4 a 8 de Agosto, tivemos a oportunidade de compartilhar e debater alguns trabalhos desenvolvidos a partir da UFPB/Rio Tinto, por gente que tem marcado a história do AVAEDOC e do Laboratório de Antropologia Visual Arandu. Com destaque para nossas participações na Mostra Fotográfica e de filmes, organizada junto ao Comitê de Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia.
Os trabalhos fílmicos “Filme de Gari” (José Muniz, Rafaella Sualdini e Caio Lisboa) e “Garapirá” (Oswaldo Giovannini Jr. coord.), o ensaio fotográfico junto ao Movimento dos Atingidos por Barragens na Paraíba (MAB-PB) (Bernardo Tavares, Rafaella Sualdini e Lara Amorim), como também trabalhos de pesquisa debatidos em diferentes Grupos de Trabalho e a oficina de Cianotipia ministrada sob a expertise de Ester Côrrea. Parabéns a tds!!! Uma reunião como essa fica sempre na memória e agrega novos ares para seguir em frente! Seguem abaixo: uma síntese dos trabalhos apresentados e algumas fotografias das diferentes atividades. (Crédito das fotos: Ysmael Ventura, Bernardo Tavares, Geissy Reis, Glauco Machado e outras pessoas presentes).
AVAEDOC NA XV RAM – Reunião de Antropologia do Mercosul: Retomar o Futuro
04 a 08/08/2025, UFBA, Salvador, BA, Brasil
OFICINA MINISTRADA
por Ester Paixão Corrêa: OF27 – Oficina de Fotografia artesanal – Artesanias, imagens e imaginações: tecendo o tempo em cianopoéticas
MOSTRA FOTOGRÁFICA
Colher e guardar imagens: processos de restituição e práticas extensionistas com movimentos sociais (MAB)
Autor(a): Bernardo Américo Batista Tavares (PPGA/UFPB) Coautor(as): Lara Santos de Amorim (UFPB), Rafaella Sualdini (UFPB)
MOSTRA DE FILMES
- Um Filme de Gari: Dois “João” na Correria, direção Rafaella Sualdini, Caio Nobre Lisboa e José Muniz Falcão Neto, 30’
- Garapirá, direção Oswaldo Giovannini Junior, 43′
GRUPOS DE TRABALHO
GT 003 – A contribuição das artes e demais formas expressivas para as Ciências Sociais em tempos de digitalização; Sessão 04 – Tecnologias digitais, visuais e literárias como dispositivos (simbólicos) de construção de mundos, sujeitos e memórias
Ianah Maia de Mello: Relato de experiência: Terras em travessia – arte como documento da memória
GT 010: Antropologia (Áudio)Visual do analógico ao digital: práticas etnográficas e estratégias teórico-metodológicas com/por imagens
- Oswaldo Giovannini Jr.: O registro Audiovisual da cultura popular: coco, ciranda, lapinha e boi de reis
- José Muniz Falcão Neto: Quando as imagens te tocam e te movem: das imagens digitais ao acervo fotográfico da família Fernandes
- Rafaella Sualdini: Memória, cinema e resistência: o legado do acervo em Super-8 do NUDOC/UFPB na década de 1980 como fonte de pesquisa antropológica.
GT 043: Antropologia, arquivos e fotografia: experimentações etnográficas e sensoriais
Bernardo Tavares: Por um mal de imagem: arquivo, memória e alegoria em coleções fotográficas de atingidos por barragem na Paraíba
GT 134: Montagens, imagens e arquivos insurgentes: histórias potenciais
Bernardo Tavares, Lara Amorim e Rafaella Sualdini: O que volta com as imagens? Ações de extensão, etnografia e processos de restituição de um acervo fotográfico entre atingidos por barragem na paraíba
GT 171: Técnica, conhecimento e poder: contribuições e debates a partir de etnografias latino-americanas.
Glauco Machado: “Seleções Técnicas” de Manipulação da Câmera de 360 Graus
com os Indígenas da Ororubá Filmes
Amostra de fotografias das nossas apresentações na XV RAM em Salvador:












Seminário internacional – Processos de organização coletiva dos trabalhadores da economia popular na Argentina: o caso dos catadores informais de resíduos em La Plata – Vanesa Herrero (UNLP)
Convidamos as comunidades universitárias do Brasil e da Argentina, bem como público interessado, para estarem conosco ouvindo a pesquisadora Vanesa Noemi Herrero (UNLP) neste seminário internacional. Teremos como debatedor o pesquisador do LABORES/UFPB, Dr. Eduardo Donato (Mestre em Antropologia, Doutor em Sociologia do Trabalho/ Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas e Extensão sobre Trabalho).
Título: Processos de organização coletiva dos trabalhadores da economia popular na Argentina: o caso dos catadores informais de resíduos em La Plata
Palestrante: Vanesa Herrero, licenciada en Trabajo Social, doctoranda en Ciencias sociales, docente investigadora de la Universidad Nacional de La Plata/UNLP (Move la America/CAPES/PPGA/UFPB)
“Presentare los avances de mi investigación doctoral que tiene cómo propósito general, analizar los procesos de organización colectiva de trabajadores informales dentro del movimiento de la economía popular, a partir del un estudio de caso de los cartoneros o recuperadores informales de residuos sólidos urbanos.”
QUANDO: Nesta próxima sexta feira, dia 30 de Maio, às 16hs (evento online)
ONDE: Plataforma Google meet, acessar pelo link: https://meet.google.com/dzb-kfgz-xrz


Vanesa desenvolveu pesquisas sobre catadores de resíduos sólidos urbanos também no Brasil, na cidade de João Pessoa, onde reside desde Março de 2025, por meio de cooperação acadêmica viabilizada pela CAPES através do Edital Move la America. Está previsto também, para o próximo mês, o lançamento de um vídeo documentário realizado com a Associação de Reciclagem Tribo de Judá (Bairro dos Estados), dentro do Projeto “Ação coletiva, trabalho autogestionário e política pública para recicladores de resíduos sólidos urbanos na Argentina e no Brasil” (CAPES/Move la America).
Seminários AVAEDOC 2024 – Sessão 2
Convite Especial! Segunda Sessão dos Seminários AVAEDOC 2024
Data: 24 de maio de 2024 (sexta-feira)
Horário: 14h
Modalidade: virtual, link de acesso em https://meet.google.com/ayn-hmkc-brv
Apresentador: Yuri S Rapkiewicz (Doutorando PPGA/UFPB)
Trabalho/Comunicação: “Devolver, Compartilhar ou Restituir? Entre Fluxos de Colecionamento de Imagens e a Construção de Narrativas Etnofotográficas no Litoral Norte da Paraíba“
Temática: Práticas de Colecionamento Fotográfico e restituição de imagens em Rio Tinto-PB.
Debatedores: Dra (PhD) Rita de Cássia Melo Santos (UFPB) e Dr (PhD) Eduardo Donato (UFPB)
Sobre o Evento:
Os Seminários AVAEDOC 2024 são encontros abertos a estudantes e demais interessados na Antropologia Visual, com enfoque para o compartilhamento de experiências de pesquisas etnográficas com imagens promovendo uma apreciação coletiva das mesmas.
Não perca! 📚🎥✨ #SemináriosAVAEDOC2024

Seminários AVAEDOC 2024
Imagens e audiovisual em diferentes estágios e modalidades de pesquisa
26 de Abril a 21 de Junho – UFPB/Rio Tinto
Este evento apresenta uma amostra de trabalhos de pesquisa desenvolvidos junto ao grupo AVAEDOC, no Campus IV da UFPB em Rio Tinto-PB, com debates que procuram qualificar o uso do vídeo e de outras imagens, como movimentos de abertura às formas sensíveis e aos seus desafios reflexivos no mundo contemporâneo da antropologia visual e suas multimodalidades.
Os seminários AVAEDOC 2024 apresentam pesquisas realizadas e/ou em andamento, através de debates nos quais a apreciação coletiva das imagens gera um retorno para quem está fazendo pesquisa tanto quanto uma reflexão sobre as próprias pesquisas de cada pessoa do grupo. Os seminários são abertos para estudantes e pessoas interessadas em conhecer pesquisas que fazem uso de imagens, em suas diversas dinâmicas, possibilidades e temáticas. Nesta edição teremos uma amostra significativa de pesquisas, que apresentará uma parte dos projetos e pessoas ligadas ao grupo AVAEDOC. Amostra que inclui trabalhos de pesquisa em diferentes fases (início, meio, semi-concluídos), níveis (graduação e pós) e articulações (pesquisa-extensão).
Debatedores confirmados: Oswaldo Giovannini Jr., Lara Santos de Amorim, João M. B. Mendonça, Cintia Di Giorgi, Eduardo Donato e Hertz Wendell.
Onde/quando: As sessões acontecerão na sala de exibição do Laboratório de Antropologia Visual Arandu, no Campus IV da UFPB, em Rio Tinto (exceção à sessão 2 que será realizada através de plataforma virtual), sempre numa sexta-feira, às 14hs, dias 26abr, 24mai, 14 e 21 de Junho.
Inscrições para ouvintes: até 25 de Abril, por ordem de chegada (vagas limitadas) através do site de eventos da UFPB https://sigeventos.ufpb.br/eventos/login.xhtml (fazer login/ colocar a palavra “avaedoc” para buscar o evento “Seminários AVAEDOC 2024”/ clicar e seguir os passos para se inscrever como ouvinte).
PROGRAMAÇÃO
26 abril – Local: Labarandu – Laboratório de Antropologia Visual Arandu/Campus UFPB/Rio Tinto
Imagens da produção de andiroba como prática amazônida – Endi Gomes (Antropologia/Bacharelado)
O palco é a rua! – Ingrid Cirino (Antropologia/Doutorado)
24 maio – Plataforma virtual (o link será divulgado no dia)
Devolver, compartilhar ou restituir? Entre fluxos de colecionamento de imagens e a construção de narrativas etnofotográficas no litoral norte da paraíba – Yuri Rapkiewicz (Antropologia/Doutorado)
14 junho [transferido para 02/08/2024] Local: Labarandu – Laboratório de Antropologia Visual Arandu/Campus UFPB/Rio Tinto
Banquete dos Deuses – Sâmara Nascimento (Antropologia/Doutorado)
Interlocuções virtuais com os Potiguara a partir de vídeos esféricos – Glauco Machado (Antropologia/Doutorado)
21 junho [transferido para 09/08/2024] Local: Labarandu – Laboratório de Antropologia Visual Arandu/Campus UFPB/Rio Tinto
Entre fotografias e memórias: notas sobre a circulação das imagens técnicas na cidade de Mamanguape-PB – José Muniz Neto (Antropologia/Doutorado)
Imagens-vivas, Rio submerso e memórias afogadas: uma etnografia das memórias visuais de atingidos por barragens na Paraíba – Bernardo Tavares (Antropologia/Mestrado)






INVENTÁRIOS FOTOGRÁFICOS E PRESERVAÇÃO DIGITAL DE COLEÇÕES ANTROPOLÓGICAS NA PARAÍBA E NO RIO GRANDE DO SUL
O projeto “INVENTÁRIOS FOTOGRÁFICOS E PRESERVAÇÃO DIGITAL DE COLEÇÕES ANTROPOLÓGICAS NA PARAÍBA E NO RIO GRANDE DO SUL” tem por horizonte temático a inventariança e a preservação de acervos fotográficos digitais de interesse antropológico a partir da apresentação e abordagem de algumas práticas da Antropologia Visual e da Imagem, com ênfase na experiência dos núcleos de pesquisa mantidos por duas universidades federais situadas, na Paraíba e no Rio Grande do Sul, respectivamente, grupo de pesquisa Antropologia Visual, Artes, Etnografias e Documentários (AVAEDOC/UFPB) e o Núcleo de Antropologia Visual (NAVISUAL/UFRGS). As imagens contidas nestes núcleos de pesquisa, são expressões da diversidade cultural brasileira, da introdução e dos primeiros registros fotográficos e da consolidação da fotografia nesses contextos.

Com início no mês de janeiro de 2021, as atividades do projeto enfocam a organização e catalogação dos acervos, fundos e coleções antropológicas contidas no Laboratório de Antropologia Visual Arandu – CCAE/UFPB – Campus IV e no Núcleo de Antropologia Visual (NAVISUAL/IFCH/UFRGS).
O projeto irá realizar, a partir de Abril de 2021:
uma oficina com 6 encontros virtuais; atividade com enfoque para a organização, catalogação e digitalização de fotografias de interesse antropológico, produzidas no contexto de pesquisas etnográficas vinculadas aos núcleos de Antropologia Visual e da Imagem participantes: AVAEDOC (UFPB) e NAVISUAL (UFRGS). A programação das oficinas já está disponível aqui, e também no site. Inscrições abertas até o dia 12 de Abril, link de inscrição: https://forms.gle/BoJzgNRD75smTavN6
A lista de inscritos(as) será divulgada aqui no site dia 12 de Abril!
produção de dois espisódios de podcast com pesquisadores(as) da área da Antropologia e fotografia; entrevista com profissionais e professores de reconhecida trajetória na área.
uma produção textual sobre a pesquisa; a ser publicada nos Cadernos Técnicos de Preservação Fotográfica – Funarte.
Fiquem atentos!
Coordenação: Yuri Schönardie Rapkiewicz (@yrapkiewicz) e José Muniz Falcão Neto (@z.muniz_).
Realização: Coletivo de Pesquisadores(as) em Antropologia Visual e da Imagem (PAVI)
Apoio: AVAEDOC/Arandu – UFPB e NAVISUAL – UFRGS.
Site oficial: https://www.ufrgs.br/pavi/?page_id=12
FESTIVAL BOI BUMBÁ DE PARINTINS
54o. Festival de Folclore de Parintins
Os professores Artur Marques (departamento de Artes Cênicas/CCTA) e Oswaldo Giovannini Junior (curso de Antropologia – CCAE) estiveram recentemente representando a UFPB no 54º. Festival de Folclore de Parintins. Durante os dias 28, 29 e 30, atuaram no corpo de jurados do festival do Boi-Bumbá na cidade de Parintins no interior do estado do Amazonas. Trata-se do maior festival do gênero do Brasil que atrai anualmente milhares de pessoas e celebra uma tradição popular de grande relevância para a cultura brasileira. A organização do festival deste ano composta pela Prefeitura local e pelas associações de Bumbás Garantido e Caprichoso, primaram pela valorização do encontro de saberes populares com o saber acadêmico e selecionaram 10 jurados professores doutores de diversas universidades brasileiras. Tal escolha valoriza o saber acadêmico e afirma para a sociedade brasileira sua importância, bem como a seriedade e a confiança no fazer universitário. Em tempos difíceis para a educação brasileira e para a cultura popular, Parintins e seus Bumbás levantaram a bandeira da democracia, da diversidade e da justiça social na aproximação dos saberes entre folclore e universidade.

Esse pode ser o início de uma nova pesquisa a ser desenvolvida pelo Avaedoc dentro do campo de uma antropologia das festas brasileiras.
Abaixo um pequeno vídeo acerca das interações entre os jurados e os bumbás.
Dissertação: Performances da Fanfarra no Contexto do Desfile Cívico de Rio Tinto (em andamento)
Mestrando: Caio Nobre Lisboa.
Professor orientador: João Martinho Braga de Mendonça.
Resumo
Em Rio Tinto, dentre os meses de julho a setembro, bandas marciais, fanfarras e bandas de música se reorganizam, ensaiam e competem entre si por ocasião dos desfiles cívico-militares da semana da pátria e de encontros de bandas realizados em outras cidades após ou anteriormente ao sete de setembro. Esta pesquisa se concentra em uma fanfarra em particular, a Fanfarra Antônia Luna Lisboa acerca dos conflitos que surgem da busca desses jovens em expressar a si mesmos, com seus gostos musicais, fardas, corporalidades e performances, no contexto de uma comunidade musical e ritual tradicionalmente mais contida. Desse modo, procuramos entender o que seria uma “carnavalização” de fanfarras, identificando e comparando as semelhanças e diferenças da Luna em diferentes situações de performance através do registro de áudios, fotografias e vídeos.
TCC: Ofício e performance do músico no desfile de sete de setembro de Rio Tinto (2016)
Aluno: Caio Nobre Lisboa.
Professor orientador: João Martinho Braga de Mendonça.
Avaliadores: Oswaldo Giovannini Júnior; Kelly Emanuelly de Oliveira.
Resumo
Dedicado a Bandas Marciais, Fanfarras e Bandas de Música do Município de Rio Tinto – PB, o presente trabalho parte da interlocução com um músico dessa cena musical da cidade, em um intento que exigiu um aporte teórico interdisciplinar: começando pelas imagens, através da Antropologia Fílmica de Claudine de France; em seguida, com a Música e a Arte, apresentando outras implicações relativas ao conhecimento da sociedade e das culturas, assentado nos estudos de performance de Richard Schechner; e por fim, fundamentado nos estudos sobre Memória, incluindo ainda os estudos de Histórias de Vida e Etnobiografia. Os objetivos residiram, em suma, em discorrer sobre a importância dessa cena musical no contexto do desfile Cívico, sobre o que essas bandas significam e transmitem da e para a sociedade, as relações que constituem, os espaços que se utilizam e as mudanças que se operam e anunciam por elas. Igualmente, a metodologia entrecruzou aspectos de outras, dentre as quais se destacam a observação participante, a observação diferida, a metodologia exploratória em Antropologia Visual e a história oral. Com resultados desde a obtenção de materiais audiovisuais e fotografias de performances musicais, destacando-se os desfiles cívicos de Primeiro e Sete de Setembro da cidade, bem como transcrições de áudio de duas entrevistas de áudio-vídeo-elicitação, retornado ao interlocutor, e finalmente, um trabalho escrito e audiovisual finais, orientados a um conhecimento e análise desse universo a mim apresentado da forma mais acurada e ética possível.
Palavras-chave: Antropologia Visual; Estudo de Performances; Música; Desfile Cívico.
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Abstract
Dedicated to Marching Bands, Fanfares and Brass Bands of the County of Rio Tinto – PB, the present work starts of the interlocution with a musician of this musical scene of the town, in an intent who demanded an interdisciplinary theoretical framework: starting out by images, across the Filmic Anthropology of Claudine de France; in followed, with the Music and Art, presenting other implications relative to the society and cultures knowledge, seated on performance studies by Richard Schechner; and lastly, grounded on studies memories, further including the studies of Life History and Etnobiography. The objectives resided, in short, in expatiate about the importance of this musical scene in the context of the civic parade, about what these bands means and transmit from and to society, the relationships that constitute, the spaces that used itself and the changes that operate itself and advertise for them. Equally, the metodology crisscrossed aspects of others, among which stand out the Participant Observation, the Deferred Observation, the exploratory methodology in Visual Anthropology and the Oral History. With results since getting audiovisual materials and photographs of musical performances, highlighting itself the civic parades of First and Seventh of September of the town, well as audio transcripts of two audio-video elicitation interviews, returned to the interlocutor, and finally, a final written work and audiovisual, oriented to a knowledge and analysis of this universe for me presented in the more accurate and ethical way possible.
Keywords: Visual Anthropology; Performance Studies; Music; Civic Parade.
Link para o trabalho audiovisual integrante:
A música e as bandas no contexto do desfile cívico de Rio Tinto – Legendas em Português


